Diante do impasse na greve dos servidores públicos municipais de Santos, a Prefeitura contra-ataca. O governo anunciou que cortará o ponto dos dias não trabalhados dos servidores, argumentando que a medida é legal. O desconto nos salários já terá impacto nos vencimentos de abril da categoria.

Porém, o funcionalismo segue firme no movimento grevista. A categoria, liderada pelo Sindserv (Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Santos), quer aumento salarial. A Prefeitura prometeu um abono de 5,35% sobre os ganhos a partir de outubro, contando com uma eventual entrada de capital oriunda de impostos e dinheiro de refinanciamento de dívidas de contribuintes no segundo semestre. Mas o sindicato rejeitou a proposta, alegando que no final do ano as perdas salariais chegarão a 10%.  

A paralisação continua afetando os principais setores como educação, saúde entre outros serviços públicos.

Em tempo, o prefeito Paulo Alexandre Barbosa e seu staff seguem tentando se equilibrar na barca de um inferno dantesco, pois muitas águas revoltas ainda vão rolar neste rio de incertezas e promessas vazias.  

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