Primeira quinzena de julho. Esse foi o prazo dado pelo presidente da CET-Santos, Rogério Vilani, aos taxistas que exigem a regulamentação do UBER na cidade.

Só que falta pouquíssimo para a chegada de julho e o presidente da CET não tem a menor ideia do que fazer para solucionar esse impasse. Não enxerga uma única solução no fim do túnel a curto prazo, pois não há uma só legislação nacional vigente que assegure ou proíba a atividade. Qualquer medida que se tome será paliativa e transitória.

Com um prazo dado e sem solução em vista, Vilani tenta ganhar tempo, pois tem sido veementemente pressionado por taxistas e não estaria suportando as investidas.

Lembrando que um grupo de taxistas já realizou ao menos dois atos pelas vias de Santos exigindo a fiscalização de motoristas de UBER e similares.

Tempos atrás, porém, alguns taxistas circulavam em Santos intimidando qualquer motorista de veículo de cor preta, apenas supondo tratar-se de motoristas de transporte particular de passageiros não regulamentado.

A situação não tem solução a curto prazo e pode ficar ainda mais séria. Nessa via de mão dupla, todo cuidado é pouco, pois o avanço dos aplicativos de transporte particular de passageiros é um caminho sem volta e a regulamentação é necessária para a segurança e livre comércio de todos.

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